quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Dançe sua própria música.

Tocaram a música errada e meu corpo saiu dançando, enquanto minha alma aos poucos fugiu.
Ela deve estar por ai a dançar sua própria música esperando que o corpo se canse e vá procurar por ela.
Quem ou o que me roubou de mim?
Foi o tudo?
Ou será que foi o nada?
O vazio das coisas feitas sem sentido?

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

"Sete Ciganos".


Amigo Tony,

Fiz algumas reflexões e cheguei a conclusão de que todos nós devíamos ser um pouco Ciganos. Saber aproveitar o momento presente, descobrindo novos lugares e fazendo contato com pessoas com suas diversas formas de ver a vida. Um dos aspectos mais importantes na nossa existência é justamente o contato com o outro, quando podemos experimentar sentimentos e realizarmos trocas. Viver o momento sem muita preocupação com o futuro. Aprender a recomeçar e mudar. Aprender a amar sem precisar  da  presença constante do outro. Saber o momento de estar e de partir, confiando na vida e na nossa missão única que é a cada passo evoluir.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Animal Guia.

Esta na hora da renovação!

domingo, 5 de dezembro de 2010

Falando com Deus.

Obrigada pelas flores que muitas vezes não soube contemplar;
Pelos mistérios da vida que a nós deve fascinar;
Peço os olhos de criança restaurar;
Mas por que os versos tem que rimar?
Se o que sai é do coração?
Tem o seu sentido, mas nem sempre explicação;
O mal do adulto é buscar a razão;
Para o que não se conhece a cientificação;
Perde-se o que é mais belo na vida;
O sentir a presença Divina;

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Algumas dualidades

Para o medo, compreensão
Para a vida, aprendizagem
Para a morte, naturalidade
Para achar-se, perder-se
Do caos construir algo novo.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Áqueles que não "escutam".

Coragem!
O papel de vítima já não lhe cabe mais;
Até quando fugirá?
Não existem heróis;
E sim pessoas que enfrentaram seus problemas;
Caso contrário não teríamos avanços na humanidade;
A posição que ocupamos no mundo depende de como estamos internamente;
Ao sairmos do mundo apertado do negativismo;
Expandimos e damos espaço para as idéias luminosas.
TRANSCENDA!

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

The Institution of Married.

O casamento, como podemos observar na história, surgiu como uma espécie de contrato no qual as famílias se comprometiam através da união de dois membros. Este compromisso tinha motivações de diversos tipos não incluindo o sentimento. Jane Austen, no século XVIII, já apresenta em seus romances uma crítica ao casamento na Inglaterra. Alguns personagens femininos se rebelavam contra o matrimônio forçado e escolhiam seus próprios maridos por amor. Em sociedades de vários países e em épocas distintas questionou-se a forma como a união era oficializada, fato que culminou, em alguns lugares, na mudança. Mas será que esta mudança realmente ocorreu? O casamento, principalmente na modernidade, é uma instituição falida. A maioria das pessoas nem sabem direito porque casam. Se observarmos a quantidade de divórcios e o tempo em que duram estes relacionamentos excluiríamos o amor como motivação para esta união. Considerando que a maioria casa na faixa dos vinte podemos deduzir por inferência a influência da cultura dos nossos avós, em que a idade ainda é um fator determinante, caso contrário, considera-se que já se está “passando do tempo”. E o fator mais determinante: os dois terem poder aquisitivo para tal. Então, voltamos às motivações das épocas remotas da nossa história, porque afinal "quem casa quer casa". Caso contrário prorroga-se até que este estágio seja alcançado.