quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

"Sete Ciganos".


Amigo Tony,

Fiz algumas reflexões e cheguei a conclusão de que todos nós devíamos ser um pouco Ciganos. Saber aproveitar o momento presente, descobrindo novos lugares e fazendo contato com pessoas com suas diversas formas de ver a vida. Um dos aspectos mais importantes na nossa existência é justamente o contato com o outro, quando podemos experimentar sentimentos e realizarmos trocas. Viver o momento sem muita preocupação com o futuro. Aprender a recomeçar e mudar. Aprender a amar sem precisar  da  presença constante do outro. Saber o momento de estar e de partir, confiando na vida e na nossa missão única que é a cada passo evoluir.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Animal Guia.

Esta na hora da renovação!

domingo, 5 de dezembro de 2010

Falando com Deus.

Obrigada pelas flores que muitas vezes não soube contemplar;
Pelos mistérios da vida que a nós deve fascinar;
Peço os olhos de criança restaurar;
Mas por que os versos tem que rimar?
Se o que sai é do coração?
Tem o seu sentido, mas nem sempre explicação;
O mal do adulto é buscar a razão;
Para o que não se conhece a cientificação;
Perde-se o que é mais belo na vida;
O sentir a presença Divina;

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Algumas dualidades

Para o medo, compreensão
Para a vida, aprendizagem
Para a morte, naturalidade
Para achar-se, perder-se
Do caos construir algo novo.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Áqueles que não "escutam".

Coragem!
O papel de vítima já não lhe cabe mais;
Até quando fugirá?
Não existem heróis;
E sim pessoas que enfrentaram seus problemas;
Caso contrário não teríamos avanços na humanidade;
A posição que ocupamos no mundo depende de como estamos internamente;
Ao sairmos do mundo apertado do negativismo;
Expandimos e damos espaço para as idéias luminosas.
TRANSCENDA!

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

The Institution of Married.

O casamento, como podemos observar na história, surgiu como uma espécie de contrato no qual as famílias se comprometiam através da união de dois membros. Este compromisso tinha motivações de diversos tipos não incluindo o sentimento. Jane Austen, no século XVIII, já apresenta em seus romances uma crítica ao casamento na Inglaterra. Alguns personagens femininos se rebelavam contra o matrimônio forçado e escolhiam seus próprios maridos por amor. Em sociedades de vários países e em épocas distintas questionou-se a forma como a união era oficializada, fato que culminou, em alguns lugares, na mudança. Mas será que esta mudança realmente ocorreu? O casamento, principalmente na modernidade, é uma instituição falida. A maioria das pessoas nem sabem direito porque casam. Se observarmos a quantidade de divórcios e o tempo em que duram estes relacionamentos excluiríamos o amor como motivação para esta união. Considerando que a maioria casa na faixa dos vinte podemos deduzir por inferência a influência da cultura dos nossos avós, em que a idade ainda é um fator determinante, caso contrário, considera-se que já se está “passando do tempo”. E o fator mais determinante: os dois terem poder aquisitivo para tal. Então, voltamos às motivações das épocas remotas da nossa história, porque afinal "quem casa quer casa". Caso contrário prorroga-se até que este estágio seja alcançado.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Humanista Convicta.

" A tarefa do humanista não é apenas ocupar uma posição ou um lugar, nem simplesmente pertencer a algum local, mas antes estar ao mesmo tempo por dentro e por fora das idéias e valores circulantes que estão em debate, na nossa sociedade, na sociedade de alguma outra pessoa ou na sociedade do outro." (SAID, 2007, p. 42). Esta citação retirada do livro Humanista e Críticas Democráticas de Edward Said é um exemplo de sincronicidade. Vou explicar-me, já que farei uma escrita intertextual. Ao ler o blog de um amigo, elucidou-me sobre uma questão que coloquei aqui. Destino ou Coincidência? E ele resolveu a minha questão escrevendo que o que há,  na sua visão particular, é sincronicidade. "A Rede Cósmica existe e o que se considera coincidência nada mais é que sincronicidade. Estamos todos completamente conectados, mesmo que tentemos fugir disso em alguns momentos sombrios. O que acontece no Universo é de responsabilidade de todos nós, desde as coisas mais hediondas às mais belas. Somos Um." (ARUANDA, 2010). Então, considero a leitura do texto de Said neste momento particular da  minha vida  um exemplo de sincronicidade. A humanidade está acostumada a adotar discursos e se fechar em determinados dogmas e conceitos. Acontece que a  maioria das idéias, valores e conceitos que desde crianças adotamos como verdades gerais são produzidos por pessoas que conseguem impor suas idéias por estarem imbuidos de PODER. Pessoas como eu e você com traumas, sombras e alegrias mundanas ou não, com bagagem intelectual de vários tipos e intenções muitas vezes "duvidosas". Porém, por estarem empossados de poder conseguem divulgar e  até impor a sua visão de mundo. Quando digo intenções duvidosas me refiro a motivações capitalistas, em outras épocas monetárias, ou até mesmo "egoísticas" e que por consequência não beneficiam a maioria. Coloco-me na posição  de humanista, mas não como alguém também dotada de poder e produtora de discursos libertadores, mas sim como uma maneira de encarar a vida. Uma forma ao meu ver equilibrada por estar dentro de um sistema, mas saber posicionar-me, questionar e, muitas vezes, me libertar.